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Eduardo Freitas

GeoDrops

Uma pausa para a geoinformação …

Grupo sobre metadados geoespaciais

Por: Eduardo Freitas, em 01 de setembro, 2010 - 12:59 pm

 

Acaba de ser criado um grupo de discussão, no Yahoo, para debate e disseminação de informações sobre dados e metadados para o GIS.

Apesar de achar grupos do Yahoo um pouco ultrapassados, vale a iniciativa. A propósito, já me inscrevi na lista.

INDE: agora vai!

Por: Eduardo Freitas, em 08 de fevereiro, 2010 - 2:52 pm

Uma notícia que passou meio despercebida, no final da semana passada, foi o anúncio da Concar disponibilizando o plano de ação para a implantação da Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais (INDE).

A Comissão Nacional de Cartografia (Concar) é um órgão colegiado do Ministério do Planejamento, descendente da antiga Cocar, que fixa as diretrizes e bases da cartografia brasileira. Dentre as atribuições da Concar estão assessorar o Ministro de Estado na supervisão do Sistema Cartográfico Nacional (SCN), coordenar a execução da Política Cartográfica Nacional e exercer outras atribuições relacionadas à cartografia a nível federal.

O plano de ação para implantação da INDE foi elaborado pelo Comitê de de Planejamento da Infraestrutura de Dados Espaciais (Cinde) da Concar. É um documento com 205 páginas que detalha os conceitos de IDE, os subsídios para o plano de ação da INDE, os atores envolvidos e as suas funções, os dados e metadados geoespaciais envolvidos, o diretório brasileiro de dados, as ações de capacitação e treinamento de recursos humanos, além das iniciativas para difusão e divulgação.
 
A INDE foi legalmente instituída pelo Decreto Presidencial 6.666, de 27 de novembro de 2008, que estipulou um prazo de seis meses para a Concar elaborar o plano de ação para implantação da INDE e submetê-lo ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP).

Para isso foi criado o Cinde, com 110 membros representando 26 organizações brasileiras, sendo 22 ligadas ao governo federal, três secretarias estaduais e uma universidade. O resultado desse trabalho está sendo compartilhado com a sociedade neste momento.

Segundo a Concar, a partir de 2010 a INDE será efetivamente implantada, seguindo as diretrizes traçadas no plano de ação. A estratégia baseia-se em um cronograma de metas, com prioridades e objetivos bem definidos, a serem alcançadas ao longo desta década, em três ciclos, sendo que o primeiro termina em dezembro de 2010, o segundo vai de 2011 a 2014 e o terceiro e último de 2015 a 2020.

Segundo o plano de ação, a iniciativa da INDE deverá ser deflagrada primeiramente no âmbito do setor público, ganhando força e se consolidando nos próximos 12 a 18 meses.

Casos de Gripe Suína no Google Maps

Por: Eduardo Freitas, em 27 de abril, 2009 - 3:49 pm

Alguns casos de gripe suína estão sendo monitorados com o auxílio do Google Maps. Segundo a legenda, os pontos rosa são suspeitos, os azuis já foram confirmados e os amarelos deram resultado negativo para gripe suína. Os casos de óbito estão marcados com um ponto.

 


Ver H1N1 Swine Flu en un mapa más grande

PS: encontrei este link pelo Twitter

Update: o consultor José Carlos Tinoco criou o Blablabra, que obtém uma amostra de atualizações em português e vindos do Brasil, indexando-as e gerando gráficos com as expressões mais usadas.  Dentre as palavras-chave mais frequentes nas últimas horas estão México, gripe e suína.

Vai não vai

Por: Eduardo Freitas, em 16 de fevereiro, 2009 - 4:24 pm

Está virando novela a criação do novo órgão para a regularização fundiária da Amazônia Legal. Era para sair na semana passada a medida provisória que criaria uma diretoria especial no MInistério do Desenvolvimento Agrário, que ficaria responsável pelas ações, mas a decisão foi adiada.

O projeto é ambicioso, de organizar a bagunça que é o registro de terras na região amazônica. O foco será a regularização de pequenas propriedades, de até 1,5 mil hectares.

Caso não seja fogo de palha, este será o maior processo de regularização fundiária já implantado no país.

 

IDE 2.0?

Por: Eduardo Freitas, em 29 de janeiro, 2009 - 6:27 pm

Estão rolando discussões em sites e blogs especializados sobre uma tal "NSDI 2.0", o que seria uma evolução das Infraestruturas Nacionais de Dados Espaciais. A definição de INDE ou NSDI (no caso, na versão 1.0) nos EUA consiste de dados temáticos, metadados, clearinghouses, padrões e parcerias.

Além disso, segundo a definição a NSDI deve assegurar privacidade e segurança de dados pessoais dos cidadãos, dados precisos, acesso aos dados, proteção sobre a propriedade da informação e interoperabilidade entre agências.

Hoje, múltiplos documentos relevantes estão circulando pela comunidade GIS sobre a evolução das IDEs. Autodesk, Microsoft, Oracle, Google e Intergraph divulgaram recentemente um manifesto a favor do investimento em IDE para revigorar a economia americana e mundial (A Proposal for Reinvigorating the American Economy Through Investment in the US National Spatial Data Infrastructure).

Basicamente, a diferença entre as versões 1 e 2 são apenas de enfoque. Os elementos para o sucesso da NSDI 2.0 seriam satisfazer claramente os requerimentos por dados geoespaciais, entregar os dados de forma acessível e e interoperável, independentemente de plataforma, além de realizar parcerias em todos os níveis (federal, estadual, local/tribal, academia e indústria).

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