A EVOLUÇÃO DE BASES CARTOGRÁFICAS II
Por: Marcos José de Cavalcanti, em 26 de novembro, 2009 - 6:27 pm
Após escrever sobre A Evolução de Bases Cartográficas, fiquei pensando que algumas pessoas poderiam confundir a minha crítica como sendo ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, o que não foi minha intenção, apesar do post não sofrer nenhuma repercução neste sentido, pelo contrário alguns colegas elogiaram minha iniciativa quanto ao exposto, gostaria de elogiar o trabalho dos profissionais desta Instituição.
O mapeamento sistemático do IBGE com as dificuldades financeiras encontradas, mesmo assim vem trabalhando no sentido de servir uma base digital de qualidade. As pessoas que trabalham nesta área, sabem que o governo sempre priorizou o censo (corrigido,obrigado) no Instituto, deixando o mapeamento em segundo plano, recentemente contrataram a empresa GISPLAN para realização da Base na escala 1:250.000.
A definição de uma política de mapeamento é muito relevante para investimentos no Brasil e sempre estamos atrás neste sentido. Não acredito que o IBGE não tenha profissionais qualificados para execução desta base, o que faltam são recursos físicos (estruturas e equipamentos) e financeiros.
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PARA SABER +
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE
www.ibge.com.br
Gisplan
www.gisplan.com.br
talus 26 de novembro de 2009 às 19:38
Bom, só pode ser um ‘baita’ equívoco! “fiquei pensando que algumas pessoas poderiam confundir a minha crítica como sendo ao Instituto Brasileiro de ‘Engenharia’ e Estatística - IBGE”.
Luiz Amadeu Coutinho 26 de novembro de 2009 às 20:15
Acho na verdade falta mesmo é vontade politica. Meios o país tem, recursos quando querem arrajm. Enfim…quando for do interesse politico talvez as coisas aconteçam. Ah só uma correção, no texto você fala do IBGE e está escrito “Engenharia”, é claro que foi distração
Jorge Campelo 27 de novembro de 2009 às 8:21
Olá Marcos,
Corrigindo. o IBGE é Instituto de Geografia e Estatística e não engenharia como citou. Sobre os recursos humanos e ou tecnológicos do IBGE na construção de uma cartografia sistemática, concordo em partes. Estive envolvido em alguns projetos em convênios, não só com o IBGE mas tambem com o DSG (Exercito Brasileiro), é sabido que cosntruir, atualizar e manter uma cartografia sistemática não é trabalho simples, além de ser custoso, porém de alguma forma tem sido feito com muita qualidade e o que existe hoje da suporte a quem souber fazer bom uso, porém a execução destes serviços hoje tem sua totalidade na inciativa privado, e seus respectivos contratos de execução são fragéis para o estado, pois normalmente, não exigem acesso e supervisionamento (de sub-produtos das bases) e quanto as tecnologias e técnicas aplicadas na execução do produto contratado (tranfêrencia de know-how), trabalhei em um grande projeto na qual um dos pontos importantes dele era estes itens que citei e depois de pronto, este posicionamento deu auto-suficiência e capacitou o recurso humano disponível para dar continuidade ao projeto, garantindo uma manutenção de menor custo e maior qualidade.
O objetivo deste comentário é agregar valor ao tema.
Parabéns pelo artigo.
Marcos José de Cavalcanti 27 de novembro de 2009 às 13:23
Obrigado pela correção.
Fabíola 9 de dezembro de 2009 às 17:53
Oi Marcos,
Seus comentários são pertinentes, só não esqueça que o censo no IBGE é com C.